O futuro digital, segundo o Google!
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O futuro digital, segundo o Google!

Facebook – a plataforma social está se tornando o lugar default em que as pessoas simplesmente estão, e isso gera uma infinidade de informações que podem ser utilizadas por todas aquelas empresas que querem vender algo.

Não é novidade que o Facebook tem pautado uma nova realidade social na vida das pessoas deste planeta. Afinal, são cerca de 960 milhões de usuários confirmados em todo o mundo – 66 milhões só no Brasil, o que nos confere a vice-liderança de países com mais usuários – se relacionando de uma forma totalmente diferente de como o ser humano tem feito nos últimos séculos. A revolução tecnológica como propulsora de um novo significado social, sonhado por Jobs e Wozniak e concretizado nos iGadgets e sistemas da Apple, entre outros, altera a nossa própria consciência de espaço, de tempo, de homem, de sociedade.

Nesta nova revolução, as empresas de tecnologia – e não mais as indústrias, como na Revolução Industrial do século 19 – ditam os rumos do que será “vida” nos próximos tempos. Por isso, é importante prestar atenção no que players como Apple, Facebook, Microsoft, Samsung estão tramando…

E nesse jogo não podemos esquecer o Google. Muito mais do que sinônimo de busca na web, esta empresa se presta a re-revolucionar as experiências digitais dos seres humanos. De maneira lenta e gradual, a nossa vida está cada vez mais atrelada a esta companhia – é claro, se você não optou por ser um eremita vivendo numa floresta sem energia elétrica e, por isso, sem acesso a internet. Duas notícias que li recentemente dão um pouco a dimensão disso: a liberação de URLs personalizadas no Google+ e o lançamento do notebook próprio da empresa, operando sob o ChromeOS.

Tornar o Google+, a sua plataforma social, mais difundida parece ser essencial aos projetos da empresa. Afinal, a quantidade de informações geradas em simples “curtidas” ou “plusadas” é enorme, e informação é ouro neste novos tempos! Quanto mais fácil, personalizável e proveitosa for a experiência dentro da plataforma, mais adeptos ela terá. Este movimento parece apenas alinhar a rede social com aquilo que o Facebook já faz há muito tempo, mas é bem mais do que isso…

Ao mesmo tempo, incentivar usuários a utilizarem um sistema operacional que praticamente roda em nuvem quer dizer, numa situação extrema, controle quase total sobre as ações que os usuários estão tomando em suas próprias máquinas. Neste computador – um Intel Core i5 com 4Gb RAM e apenas 32Gb de HD – você roda os softwares pelo Google Play e armazena seus arquivos no Google Drive (junto com a máquina o usuário ganha uma assinatura de 1 TB do serviço, por 3 anos). Uma solução integrada – que una hardware e software – tende a ser comercialmente mais fácil de se implementar.

O que quero dizer é que os grandes perceberam que nós, hoje, somos seres conectados, e a tecnologia que eles desenvolvem é o que possibilita isso. Quanto mais conectados estivermos, mais monitoráveis nos tornamos – e, consequentemente, mais rentáveis. Se gastamos a maior parte do tempo conectado navegando em redes sociais – e as pesquisas já dizem isso de forma absoluta! – por que não utilizar as nossas máquinas baseadas nestas plataformas? Por que é necessário um computador (ou outro device qualquer), um sistema operacional, um internet browser e, então, o acesso à rede social? Muito melhor unificar tudo isso em um único produto!

O Google está neste caminho – e, de seguidor, pode se tornar o líder. E olha que nem mencionei o Google Glass ainda… Um sistema operacional Facebook, a partir deste ponto de vista, não parece ser um devaneio; uma rede social Apple tão grande quanto as já existentes pode ser um caminho viável; Samsung ou LG se unindo a Microsoft, oferecendo uma solução completa de hardware e software e lançando uma rede social decente da outrora maior empresa de tecnologia do mundo, pode ser tendência. Tudo isso tem muito mais a ver com as nossas vidas do que nós mesmos podemos imaginar – e acho que devemos participar fortemente da discussão.

by: blogdemarketingdigital / luciano.tadeu

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